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www.fundacaoalord.pt

2012/07/22

 

Substituição do Blog pelo Site

2012/06/29

Este blog foi substituído pelo site da Fundação A LORD.

Para informações acerca da Instituição aceda a http://www.fundacaoalord.pt

 

 

 

 

15 junho | Espetáculo de Teatro

2012/06/04

HISTORIAL

O Clube de Teatro da Fundação A LORD nasceu em março de 2006, para complementar um conjunto de atividades, anteriormente desenvolvidas pela Instituição. Começou com um grupo constituído por dez elementos femininos, orientado pelas animadoras da Biblioteca da Fundação.

Atualmente, a atividade é desenvolvida por quinze meninas (Adriana, Andreia Beatriz, Bruna, Filipa, Inês, Joana, Leonor, Margarida, Marta, Marta Sofia, Rafaela, Renata, Sílvia e Tatiana). O primeiro encontro do Clube de Teatro aconteceu com o projeto “Teatro nas Escolas”, implementado pela Biblioteca da Fundação e dirigido às escolas da cidade de Lordelo.

Desde a sua criação, o Clube de Teatro tem apresentado várias peças, não só no Auditório da Fundação mas também noutras instituições:

  • abril de 2006, “A Casinha de Chocolate”, dos irmãos Grimm, comemoração do Dia Mundial do Livro, Auditório da Biblioteca da Fundação;
  • dezembro de 2006, “A Casinha de Chocolate”, dos irmãos Grimm, festa de Natal dos Bombeiros Voluntários de Lordelo, Auditório dos Bombeiros Voluntários de Lordelo;
  • dezembro de 2007, “Um Roubo na Véspera de Natal”, de Inácio Nuno Pignatelli, aniversário da Biblioteca da Fundação, Auditório da Biblioteca da Fundação;
  • abril de 2008, “A Guerra do Tabuleiro de Xadrez”, de Manuel António Pina, encerramento do curso de teatro orientado pelo ator e encenador Fernando Moreira e pela atriz Ângela Marques, comemoração do Dia Mundial do Livro, Auditório da Fundação;
  • dezembro de 2008, “O Natal Mais Triste do Mundo”, de Fernando Moreira e Eugénia Gonçalves, Auditório da Fundação;
  • abril de 2009, participação na gravação do último episódio da série “Morangos com Açúcar”, a convite da atriz Ângela Marques, Escola Secundária Rainha D. Amélia – Lisboa;
  • abril de 2009, “Auto da Barca do Inferno séc. XXI”, adaptação da obra de Gil Vicente realizada por Eugénia Gonçalves, Auditório da Fundação;
  • abril de 2010, “O Intervalo da Vida”, de Eugénia Gonçalves, Auditório da Fundação;
  • outubro de 2010, “O Ciclista Voador” (o lordelense Ribeiro da Silva), projeto da Astro Fingido e da Fundação A LORD, patrocinado pela Direcção Geral das Artes | Ministério da Cultura, Auditório da Fundação;
  • novembro de 2010, “O Intervalo da Vida”, de Eugénia Gonçalves, Auditório de Sobreira – Paredes;
  • novembro de 2010, “O Intervalo da Vida”, de Eugénia Gonçalves, Auditório de Cête – Paredes;
  • abril de 2011, “Atenção! Marchar, Rir, Marchar…”, de Eugénia Gonçalves, comemoração do Dia Mundial do Livro, Auditório da Fundação;
  • outubro de 2011, “Atenção! Marchar, Rir, Marchar…”, de Eugénia Gonçalves, Centro Local de Animação e Promoção Rural (CLAP) de Vila Chã – Amarante;
  • abril de 2012, “Carnaval Infernal”, de Carlos Manuel Pires Correia, adaptado e encenado por Eugénia Gonçalves, comemoração do Dia Mundial do Livro, Auditório da Fundação.

 

SINOPSE

Carnaval Infernal é um espetáculo completo em que intervêm a música, a dança e a representação.

A história passa-se na época carnavalesca, no Inferno.

Trata-se de uma comédia divertida, cujas personagens fazem parte do imaginário infantojuvenil: Lobos estilo punk, um Anjo Rico, um Pobre Diabo, uma Bruxa Casamenteira, entre outras.

Nos diálogos adaptados à realidade atual, é notória a forte influência do Mestre Gil Vicente.

Texto original: Carlos Correia

Adaptação: Eugénia Gonçalves

Encenação: Eugénia Gonçalves

Atores: Joana, Marta Sofia, Marta, Bruna, Inês, Beatriz, Tatiana, Renata, Margarida, Rafaela, Leonor, Filipa, Sílvia, Adriana, Andreia

Arranjo musical: Luís Teixeira

12 junho | Tony Carreira

2012/06/04

O Conselho de Administração da Fundação A LORD tem a honra de convidar toda a comunidade a assistir a um concerto gravado do cantor Tony Carreira, que terá lugar no dia 12 de junho pelas 15:00h, no Auditório.

(http://www.online24.pt/tony-carreira-o-mesmo-de-sempre/)

26 maio | Lançamento de Livro

2012/05/22

Quinteto de Metais Gaudette

2012/05/22

Tratando-se de um grupo de jovens, que têm em comum o gosto pela música, alegria e sentido de responsabilidade, lançaram este projecto com entusiasmo, em 2003.

Desde então, a sua atividade tem-se desenvolvido com a realização de diversos concertos pelo país e na colaboração regular com várias entidades culturais, tendo já participado em diversos Festivais de Música.

O seu reportório é bastante versátil, abrangendo vários estilos musicais que vão desde a música Renascentista, Barroca, Clássica, Ligeira, ao Jazz e Contemporânea.

 O grupo é constituído por cinco elementos: dois Trompetes, Trompa, Trombone e Tuba.

Rui Brito

Natural da Foz do Douro, concluiu o curso de Trompete na classe do Prof. José Alves Macedo, no Conservatório de Música do Porto, tendo também vários cursos e master classes de aperfeiçoamento. Participou em várias orquestras nacionais e estrangeiras, lecionou trompete em diversos estabelecimentos de ensino, fez parte do grupo de metais “Solemnium Concentus” e da “Orquestra de Metais do Porto”. Atuou em concertos a solo em várias orquestras com os organistas Rosa Amorim e Eugénio Amorim. Participa regularmente em concertos e outras atividades musicais com várias entidades culturais. Atualmente, é membro da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, do Ensamble Orquestral do Porto, do quinteto de metais “Gaudette” e leciona no Conservatório de Música do Porto.

Helder Magalhães

Natural de Cinfães, estudou no Conservatório de Música do Porto, Escola Profissional do Porto e concluiu a licenciatura em Trompete na ESMAE. Participou em estágios com a Orquestra dos Templários e a Orquestra Portuguesa das Escolas de Música. Realizou concertos com várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfonieta e a Orquestra de Pedroso. Dirigiu vários Coros e Tunas. Atualmente, é Maestro da Banda de S. Martinho da Gandra, Diretor Artístico do Orfeão de Rio Tinto, leciona no Ensino Secundário e no Conservatório de Musica da Maia.

Nuno Lima

Natural de Ponte de Lima, iniciou os seus estudos musicais na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, com o Prof. Joaquim Vidal e, mais tarde, com a Prof.ª Sónia Feijó. Prosseguiu os estudos na Escola Profissional de Música de Espinho com o Prof. Abel Pereira, tendo terminado a licenciatura de Trompa na ESMAE, na classe do Prof. Bohdan Sebestik. Estudou como bolseiro do programa Erasmus na Escuela Superior de Música da Cataluña com o Prof. David Thompson. Realizou cursos de aperfeiçoamento com os professores Philip Maguire, Abel Pereira, Stefan Dohr, Javier Bonet, Bernardo Silva, Bruno Schnaider, Will Sanders e com o quinteto de metais “Luur Metalls”. Participou em várias orquestras, como a da Esc. Prof. de Música de Viana do Castelo, Esc. Prof. de Música de Espinho, Orquestra Clássica de Espinho, Bracara Augusta, APROART, Orq. Nacional de Sopros dos Templários e Sinfonieta. Atualmente, leciona na Academia de Música Fernandes Fão.

António Leal

Natural de Freamunde, deu os primeiros passos musicais com o seu pai José Luís Leal Pacheco. Mais tarde, estudou na ARTAVE, concluindo a Licenciatura de Trombone na ESMAE. Fez concertos com a Orquestra Sinfónica da ARTAVE, Orquestra de Sopros da ARTAVE, Orquestra Sinfonieta, Orquestra Filarmonia das Beiras e Orquestra Nacional do Porto. Desde o ano de 2003, lecionou no Ensino Secundário na EB 2/3 de Vila Verde-Braga e na EB 2/3 Nadir Afonso Chaves, lecionou ainda a disciplina de Educação Musical no Ensino Primário no Concelho Municipal de Lousada, foi professor de Educação Musical no Conservatório de Música de Paredes, professor de Trombone na Escola Municipal de Música da Póvoa de Varzim, na Academia de Música de Arouca e na Escola de Artes da Bairrada.

Vítor Vieira

Natural de Cinfães, estudou na Escola Profissional de Música de Mirandela com o professor Nuno Machado e, mais tarde, finalizou a licenciatura em Tuba no Instituto Piaget de Mirandela com o professor Adélio Gonçalves. Participou em estágios com as orquestras Bracara Augusta, Orquestra dos Templários, Orquestra Aproarte e Orquestra Sinfonieta. Realizou cursos de aperfeiçoamento com Sérgio Carolino, Eduardo Nogueroles, Amílcar Gameiro, Roger Bobo e Oystein Baadsvik. Atualmente, é professor no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga e no Conservatório da Jobra.

Programa para o Concerto de 26 de maio

1ª Parte

– “Sonata” Anonyme

– Sonata “Saint Mark” Tomaso Albinoni

– (Grave; Allegro; Andante; Vivace)

– “Schafe Können Sicher Weiden” J. S. Bach

– “Mein herz, immer treu” J. S. Bach

 

2ª Parte

-“Amazing Grace” Tradicional

-“The Pink Panther” Henry Mancini

-“Killer Tango” Sonny Koyaech

-“Summertime” George Gershwin

-“The Junk Man Rag” C. Luckyth Roberts

-“When the Saints Go Marching In” Tradicional

-“The Stars & Stripes Forever!” John Philip de Sousa

Encontro de Coros em Sandim

2012/05/15

No passado dia 5 de maio, o Orfeão da Fundação A LORD, de Lordelo (Paredes), foi convidado a participar num encontro de coros, para comemorar o aniversário da Associação Nossa Senhora da Esperança, em Sandim (Vila Nova de Gaia).

Num pequeno auditório, muito agradável e bem preenchido, o Orfeão entoou alguns temas do seu vasto repertório, entre os quais Queda do Império, de Vitorino, e The Lion Sleeps Tonight, do filme O Rei Leão, da Disney.

No final, todos os coros foram convidados a subir ao palco e a cantar os parabéns à Associação.

Exposição “Entrelinhas” de António Antunes

2012/05/10

Um dos melhores caricaturistas nacionais de todos os tempos, António Antunes, expõe o seu trabalho «Entrelinhas», na Fundação A LORD.

A mostra composta por 49 escritores, portugueses e de outros países, e 3 artistas plásticos estará patente até 27 de junho, podendo ser visitada de segunda a sexta das 09:30h às 12:30h e das 13:30h às 18:00h. A entrada é livre.

“António Moreira Antunes nasceu em Vila Franca de Xira a 12 de Abril de 1953. Com formação artística em pintura pela Escola António Arroio e frequência da Escola Superior de Belas Artes, tornou-se, nas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, no “ (…) melhor caricaturista político da ainda jovem Democracia portuguesa.”

No dia em que deflagra o golpe das Caldas, António inicia a sua carreira de cartoonista no vespertino República, na edição de 16 de Março de 1974, onde faz um desenho simbólico que viria a ser uma alegoria premonitória da revolução que rapidamente se aproximava. Em Dezembro de 1974, António transfere-se para o Expresso, depois da passagem pelo Diário de Notícias, A Capital, A Vida Mundial e O Jornal. É na edição do Expresso de 4 de Novembro de 1975 que nasce uma espécie de banda desenhada intitulada Kafarnaum que iria acender a polémica durante 100 semanas, trabalhos que iriam ser mais tarde reunidos naquele que viria a ser o seu primeiro livro.

Em 1983 publica um novo álbum «Suspensórios». Neste mesmo ano o cartoonista português arrecada um dos muitos prémios que iriam marcar a sua vida: o Grande Prémio no XX Salão International de Cartoon em Montreal com um pastiche da invasão israelita do Líbano. Os trabalhos de António passam a ser divulgados pela agência internacional Cartoonists & Writers Syndicate no seu catálogo Views of the World. Além de cartoons e caricaturas, António realizou iniciativas como a produção de peças de cerâmica representando figuras da actualidade política nacional e de baralhos de cartas de jogar com a mesma temática, nos anos 80. Em 1993, António vê-se envolvido naquela que seria a maior polémica da sua carreira: o «Preservativo Papal», representando João Paulo II com um preservativo pendendo do nariz.

O seu carácter de inconformismo vivo e crítica mordaz, uma enorme energia e um talento incontestado criaram aquele que é porventura o melhor caricaturista e cartoonista político nacional da actualidade que alia um humor subtil às suas criações.”

Fonte

79º Aniversário da Cooperativa A LORD

2012/05/10

Hoje, dia 10 de maio, comemora-se o 79º aniversário da Cooperativa A LORD com uma Celebração Solene, que terá lugar na Igreja Paroquial de Lordelo, pelas 19:30h.

Conferência “A Família Hoje”

2012/05/03

A Fundação A LORD convidou duas ilustres personalidades, Prof. Doutor Daniel Serrão e Prof. Doutor Henrique Manuel S. Pereira, respetivamente, para proferir e moderar uma conferência subordinada ao tema A Família Hoje, no passado dia 21 de abril.

O Presidente da Fundação, Dr. Francisco Leal, procedeu à abertura da sessão, enaltecendo, no seu discurso, o prestígio intelectual e académico dos convidados e desafiando os participantes a refletir sobre a Família, célula fundamental da sociedade.

Seguiu-se o primeiro momento musical da noite. A jovem pianista Sara Caldeira interpretou, notavelmente, a composição Polonaise Fantaisie, Op. 61, de Frédéric Chopin, recebendo rasgados elogios de Daniel Serrão e os merecidos aplausos da numerosa assistência.

Por sua vez, Henrique Manuel S. Pereira apresentou o orador e o livro Daniel Serrão – Aqui diante de mim, uma longa conversa entre Daniel Serrão e Henrique Manuel S. Pereira, que “explora a circunstância de quem está diante do seu interlocutor, mas também a circunstância de quem está diante de si mesmo, numa atitude de verdade”.

Iniciada a conferência propriamente dita, Daniel Serrão começou por referir a existência de 29 tipos de família, salientando a monogâmica, monoparental, recomposta, podendo as duas últimas ser constituídas na sequência de adversidades como o divórcio, conflitos de interesses, homossexualidade, infidelidade, morte… Defendeu a família monogâmica, proveniente de uma relação profunda de amor, mais capaz para gerar e educar os filhos e obter recursos para lhes proporcionar segurança. É este o modelo que propõe aos jovens, acreditando ser o melhor para a formação de uma sociedade estável, unida e cumpridora dos seus deveres. Referiu-se, ainda, ao casamento católico como um contrato indissolúvel, que regula os interesses das duas partes, fruto de uma estrutura natural que a Igreja Católica elevou à categoria de sacramento.

Por último, ouvimos Nuit d’étoiles, de C.Debussy e as Cinq Mélodies Populaires Grecques, de M. Ravel belamente interpretadas pela soprano Ana Pousa, acompanhada ao piano por Sara Caldeira.

Houve ainda uma sessão de autógrafos pelos autores do livro Daniel Serrão – Aqui diante de mim e um porto de honra.